Pelos vitrais a luz do dia passa
e tange a vossa tez triste e alvadia
outrora mui replena d'alegria
que refletia tanto amor e graça...
E agora nessa sacra epifania
o pranto, o vosso olhar encobre, embaça,
e a solidão infausta vos enlaça
trazendo o enfado, a dor, lenta agonia!
À mesa da capela üa candeia
clareia o vosso lívido semblante
Co'a sua luz mui fúlgida e doirada...
Entonces vejo em vosso olhar o nada
além de vosso ente agonizante
E a alma vossa desta vida alheia...
e tange a vossa tez triste e alvadia
outrora mui replena d'alegria
que refletia tanto amor e graça...
E agora nessa sacra epifania
o pranto, o vosso olhar encobre, embaça,
e a solidão infausta vos enlaça
trazendo o enfado, a dor, lenta agonia!
À mesa da capela üa candeia
clareia o vosso lívido semblante
Co'a sua luz mui fúlgida e doirada...
Entonces vejo em vosso olhar o nada
além de vosso ente agonizante
E a alma vossa desta vida alheia...
Foto: Lord Rommel Werneck







