quarta-feira, 30 de junho de 2010
GEMA
terça-feira, 22 de junho de 2010
Confúcio
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Cantiga de Amor IV

Peço a mia Senhor um único desejo
Tende-me em vossas orações
Que parto sem medo
Em meu corcel aos rufiões
E rogo a vós e ao Senhor
Que olhai por mim
Saberíeis mia Senhor de meu pesar
Quando consagrastes-me cavaleiro?
Pois sem a luz de vosso olhar
Dói-me o peito austero
E rogo a vós e ao Senhor
Que olhai por mim
E mesmo ante ao corte
De lâmina afoita
Maldita é tanta mia sorte
Que dói-me mais a coita
E rogo a vós e ao Senhor
Que olhai por mim
terça-feira, 1 de junho de 2010
ENCERRAMENTO DO AGITO CULTURAL 05 DE JUNHO, 21H00
sábado, 29 de maio de 2010
Sangra teu verso
Teu verso sangra, deixa que ele venha
Da rocha mais volátil do teu ente.
Poeta, não estanques, não detenhas,
Permite qu'ele flua levemente...
Teu verso sangra e tira toda senha,
Qu'escorra pela pena tão somente.
Que a Musa ele obedeça e obtenhas
Os versos mais bonitos que tu sentes.
Poeta, tens os versos mais sonoros,
Que poucas liras podem se atrever,
Poesia sei que tens em cada poro,
Um sonho de volúpia e de prazer.
Vai, tece esses versos qu'eu adoro,
Oh, tu és Vate e bem sabes como ser!
[Alessa B.]
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Ecos

cravados a singrar ao mesmo cais,
a escarpa, o precipício, o nunca mais,
e o túmulo de Poe vertendo flores.
Não quero cores quentes que das cores
quebrassem harmonias dos cristais,
nem frágil cantochão cheirando paz,
enquanto o coração alude humores.
E na minha cabeça ainda fria,
cismava, cada canto, ter poesia
meu peito destruído pelo vento.
O pranto foi somente quando vi no
roubar o encantamento pequenino,
com olhos de sentir encantamento.
____________________
Artista Edvard Munch
Ano 1893
Tipo Óleo sobre tela, Têmpera e Pastel sobre cartão
Localização Galeria Nacional, Oslo
quinta-feira, 20 de maio de 2010
PARA MÃE, PARA ESPOSA, TEMPLO, E FILHA
terça-feira, 11 de maio de 2010
VÁCUO
No meu ameno coração existe
vácuo que não se preenche, grande quanto
nossa imaginação enorme, enquanto
os corações normais passando assiste.
Sem que destino diferente aviste
e provocando aos outros grande espanto,
o coração acolhe riso e pranto
de modo que não é feliz nem triste.
Exterior, olhando, ele evolui,
absorvendo, e até que enfim possui
do que domina os outros senhorio.
Tenta preencher o vácuo, e não vê meio;
aí nada menor cabe, que é cheio
de um enorme volume de – vazio.
Filipe Cavalcante
sexta-feira, 7 de maio de 2010
QUIMERAS

Os sonhos que eu sonhei um dia, onde estão?
Estão aonde as mil quimeras tão sonhadas?
E tuas mãos macias, firmes, tão amadas...
A tua voz suave e rouca? Não sei não...
A nostalgia vem, faminta e sem piedade
devora este meu ser, meu sonho assim se evade...
Sonhar não posso mais com os beijos teus afoites.
Dos sonhos que sonhei restou, enfim, saudade
que inunda minha vida, minhas longas noites
E fere minha tez, com seus febrís açoites...
POESIA RETRÔ NA TV ORKUT
Olá, amigos!
Às 18h do dia 13, quinta-feira, a apresentadora Regina Esposito me entrevistará ao vivo no programa televisivo "Você faz o show!" Conversaremos sobre o blog Poesia Retrô, a proposta de resgate cultural do blog e farei performances.
O programa será transmitido pelo site www.tvorkut.com.br e pelos canais a cabo 9, 97 e 12 UHF. Peço a todos que, na medida do possível, divulguem tais informações e o cartaz. Aqueles que não poderão assistir ao vivo, poderão assistir a reprise. Peço para que os usuários façam parte da interação via chat que aconteceá durante a exibição do programa.
sempre seu,
Rommel Werneck
domingo, 2 de maio de 2010
Solilóquios

REVIVALISMO LITERÁRIO
Poesia Retrô é um grupo de revivalismo literário fundado por Rommel Werneck e Gabriel Rübinger em março de 2009. São seus principais objetivos:
* O debate sadio sobre os tipos de versos: livres, polimétricos e isométricos, incluindo a propagação destes últimos;
* O estudo de clássicos e de autores da História, Teoria, Crítica e Criação Literária;
* Influenciar escritores e contribuir com material de apoio com informações sobre os assuntos citados acima;
* Catalogar, conhecer, escrever e difundir as várias formas fixas clássicas (soneto, ghazal, rondel, triolé etc) e contemporâneas (indriso, retranca, plêiade, etc.).








